Este projeto da terra volta pelas mãos do maestro Tim Steiner e avisamos de antemão que, se encontrar um vizinho, primo ou até irmão, não será de estranhar. Afinal trata-se de uma criação musical colaborativa que aceita todos os que nela quiserem participar.

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I-Gore é uma das caras do projecto cumbadélica; interpreta várias facetas da world music que mostram a beleza misteriosa e inesgotável desta vertente. Onde através de batidas bem acentuadas nos leva a uma viagem espiritual e quente por todos os continentes. Transe tropical. Isto é Cumbadélica!

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O canto da sereia Da Chick chega para enfeitiçar toda a cidade, com a sua suave mistura de Funk, Soul e até uma boa batida Disco. Resistir será praticamente impossível, por isso renda-se e venha assistir a um espetáculo ao vivo em que a protagonista dá tudo em palco e se orgulha de esgotar a energia das suas plateias.

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A sonoridade de I-Gore (aka Ghetthoven) vai aquecer a tarde em Espinho para, quando cair a noite, voltar a fazer-se ouvir com toda a sua intensidade e entrega, em modo pista, e com um convidado especial...LIQUID.

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Incontestáveis cabeça de cartaz do festival, os Gift vêm pôr o pézinho na areia, em Espinho, enquanto nos brindam com músicas novas e também mais antigas. As ondas serão de energia e está garantido diversão máxima!

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Hannah Epperson nasceu no Utah, cresceu no Canadá e vive em Brooklyn. A sua história diz-nos que estudou violino com formação clássica mas que abandonou as suas regras para procurar – e encontrar – o seu próprio caminho. Uma voz a descobrir.

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Escritor de canções, vocalista, balafonista, guitarrista e crucial embaixador da cultura mandinga e guineense em Portugal e no mundo, Kimi Djabaté é hoje um dos grandes artistas de palco a residir no nosso país.

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Iban Urizar é a alma de Amorante. Desde Euskalherria mas com um olho no horizonte, pinta as suas composições com ares orientais ou flamencos: todas as músicas cabem num discurso sugestivo e pleno de matizes. Para tirar do armário a tradição musical.

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A roda de samba Samba Sem Fronteiras nasceu da iniciativa de alguns brasileiros, residentes em Portugal, que sentiam falta de encontrar o samba de raíz, o samba que se pode encontrar numa esquina qualquer, mas que não está em qualquer esquina.

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NO FUTURE não se deixa rotular quando o assunto é a sua música, a sua criação. Vai do hip-hop à música dance sem qualquer hesitação. Fundamental é produzir sempre mais e melhor até chegar a um resultado mágico. Nitronious também gosta pouco de limites. Rege-se pela procura incessante pela perfeição e novidade, sem nunca esquecer a bagagem que o trouxe até aqui. O inesperado é esperado cada vez que está atrás da mesa de mistura.

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Parece de propósito mas não é! O último trabalho de Mafalda Veiga chama-se mesmo "Praia" e é junto ao areal espinhense que a icónica cantora o vai apresentar, juntando a sua tão caraterística música a um projeto de vídeo com pequenos filmes também da sua autoria. Uma viagem intimista a não perder!

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Se é Moullinex que vamos ouvir, então preparemo-nos para mergulhar bem fundo no soul e funk, com correntes vindas do garage rock, do psicaddelismo, do disco e até da MPB, vindo sempre à tona o som ritmado dos sintetizadores.

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O "menino" da terra João Belchior tinha o sonho de gravar o primeiro disco a solo. "And So It Is" está aí para provar que o sonho pode tornar-se real, com o contributo de diversos amigos,que também o acompanham na apresentação do trabalho. E, como o "bom filho a casa torna", Espinho tem agora a oportunidade de mostrar o seu orgulho pelo talento local.

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O espetáculo “Transe Sinfónico” já promete muito só pelo nome! É um conjunto de originais que reúne jazz, música do mundo, clássica, etc. Entre trombones, trompetes, bateria, baixos e saxofones vai haver muita animação e momentos únicos que vão assinalar o regresso da Káustica a Espinho.

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Com passagem pelos melhores clubes e festivais nacionais, Diana Oliveira tem trilhado o seu caminho e assumido um lugar cativo na "dance scene" em Portugal. Esperamos um set intimista, a tocar a profundeza do House mas sem esquecer a eloquência hipnótica do Techno.

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Rodrigo Leão assume uma onda mais pop e leve e traz a Espinho um concerto com mais batida e energia do que nos tem vindo a habituar. Sem deixar de passar por alguns dos seus êxitos, o artista volta a explorar a combinação da guitarra, baixo e bateria e põe a nu toda a sua versatilidade e unicidade.

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Tó Trips dispensa já qualquer apresentação. Com os Dead Combo, assim como com a sua carreira a solo, o músico tem escrito uma das mais belas e entusiasmantes páginas da música portuguesa das últimas décadas.

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A dupla nasceu da necessidade interior de criar um diálogo, onde a expressão musical é elevada ao seu expoente mais sensível. A estadia em Berlim entre 2009 e 2013 criou-lhes um novo olhar e, com a distância, chegou a inevitável “saudade”.

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O angolano Chalo Correia vive há 26 anos em Portugal. A sua sonoridade é influenciada pelos “clássicos de Angola” de entre outros grupos musicais, Os Ngola Ritmos e essencialmente as músicas das décadas de 60 e 70. Apresenta em Espinho o seu novo disco.

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João Vieira (DJ Kitten/X-Wife) encontrou nos White Haus uma nova casa para as suas canções onde cabe a música electrónica, a pop e um concerto convite à dança. Em Espinho, apresentará o seu mais recente disco, Modern Dancing, editado em 2016.

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Miguel Quintão começou na rádio, desde cedo associado ao rock, pop e música eletrónica. No decurso da sua já longa carreira, tem conseguido incorporar novas tendências e enriquecido sempre o seu repertório. Atrás da mesa de mistura é rei e senhor, pelo que aguardamos uma festa à altura da folia espinhense.

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De 'slow' têm muito pouco e, para provar isso mesmo, espera-se um concerto acelerado e repleto de rock, folk e também blues! Vamos todos conhecer - ou rever - os Sean Riley & The Slow Riders, pois será uma noite a não esquecer.

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Miguel Quintão começou na rádio, desde cedo associado ao rock, pop e música eletrónica. No decurso da sua já longa carreira, tem conseguido incorporar novas tendências e enriquecido sempre o seu repertório. Atrás da mesa de mistura é rei e senhor, pelo que aguardamos uma festa à altura da folia espinhense.

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Porto e Luanda confluem e, a partir das vibes do kuduro, rock e música eletrónica, conquistam novas sonoridades, culturas e inspirações. Em palco podemos esperar uma energia esfuziante e, segundo os próprios, o limite da festa é a estratosfera...!

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Os 'campeões nacionais' de espetáculos ao vivo vêm mostrar-nos o que melhor sabem fazer: pôr multidões ao rubro ao som de múltiplos êxitos pop/rap e todos em português. Começaram no Youtube e chegam agora ao Palco Alameda 8, num concerto que vai com certeza agitar as águas de Espinho e arredores.

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Fernando Alvim é um nome que não precisa de apresentações…homem da rádio, da televisão, do showbiz. Uma presença a combinar com um início de noite, que se espera, no mínimo, contagiante.

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A energia e técnica de SlimCutz, jovem DJ nacional com inúmeras provas dadas e comprovadas, volta a inundar Espinho. Em 2016, visitou-nos com o projeto Roger Plexico, mas desta vez vem sozinho mas está garantida uma batida hipnotizaste e uma festa que segue noite dentro.

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